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domingo, 30 de maio de 2021

Juliana Linhares - Nordeste Ficção (2021)

O que é o Nordeste? O que define um nordestino? Juliana Linhares levanta essa discussão em Nordeste Ficção, seu primeiro álbum solo.

Texto | TMDQA

        Nascida em Natal, capital do Rio Grande do Norte, Juliana foi viver no Rio de Janeiro em 2010. Essa mudança deu a ela um lugar de observação privilegiado a respeito dos clichês com que o resto do país enxerga o Nordeste.

        Observar e esmiuçar esse imaginário coletivo de nordeste profundo acabou gerando material e inspiração para a criação das canções. Marcus Preto, diretor artístico da obra, explica que o objetivo maior era que o álbum abrisse espaço para questionamentos sobre os significados de ser nordestino hoje.

Juliana Linhares – Nordeste Ficção

        Após lançar a canção “Bombinha”, a artista mergulhou na leitura de “A Invenção do Nordeste e Outras Artes”, de Durval Muniz de Albuquerque Júnior. Ficou completamente instigada pelo livro. Aprofundou-se nesse universo e até chegou a conversar com o autor da obra. Esse diálogo resultou na música que batizaria este álbum.

    Produzido por Elísio Freitas, o disco traz as participações de LetruxMestrinho e Zeca Baleiro. Além disso, conta com a regravação do clássico “Tareco e Mariola”, de Petrúcio Amorim, e compositores da nova geração como PosadaMoyseis MarquesRafael BarbosaKhrystalJessier Quirino e Caio Riscado.


sexta-feira, 13 de março de 2020

Pietá - Leve O Que Quiser (2015)

Pietá surgiu no início de 2012, através do encontro dos músicos cariocas Frederico Demarca, Rafael Lorga e da cantora natalense Juliana Linhares. Também atores, conheceram-se na faculdade de teatro e, com as carreiras musicais já em andamento, uniram-se. Desde então os três foram roubando de um e de outro, sambando de musica popular regional original brasileira acústica de jardim, o repertório transitório, transeunte, transitivo de Pietá. Por vezes autoral por vezes saudação; todo o resto viria a nascer disso tudo.

Pietá que tá para lá de Bagdá. Em terra de ditadura, todo ditado é palavra de ordem. Se na mídia, quem manda são eles, na terra da poesia todos os gatos são pardos. E a noite, cunhã do sol de todo dia, vem furar pedra mole com palavra dura, abrindo desvios e estradas, onde todos os caminhos levam para perto de nós. Nada de memória curta! Dia de muito, véspera de roucos. De grão em grão, cão que ladra passa a morder quem pisar no seu rabo. Festejo e fé para saudar o fim da primavera e o início do verão. Que venham as andorinhas! Como se diz, em briga de saci todo chute é voadora?

A casa está aberta, leve o que quiser...

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domingo, 6 de outubro de 2019

sábado, 7 de setembro de 2019

Bex - Clocking Days (2019)

Clocking Days (2019), é o álbum de estreia da beatmaker BEX. Carioca radicada em Natal, a também compositora, cantora e produtora musical mescla influências de eletrônico, experimental e alternativo para retratar relações abusivas, sentimentos autodestrutivos e paixões fugazes.
O lançamento é do selo Rizomarte Records com co-produção de Walter Nazário (Luísa e os Alquimistas, Mahmed, Igapó de Almas, Potyguara Bardo). A artista acaba de ser anunciada no lineup do festival MADA, onde realizará o primeiro show de "Clocking Days". Para ouvir nas plataformas digitais: http://smarturl.it/BEXClockingDays.
Capa por Raom Hai
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Nome em ascensão no cenário eletrônico alternativo, BEX estreia em disco com um registro de peito aberto, mostrando o caminho para superar um coração partido. “Clocking Days” tem produção da própria artista com co-produção de Walter Nazário (que já trabalhou em álbuns de Luísa e os Alquimistas, Mahmed, Igapó de Almas, Potyguara Bardo) e está disponível em todas as plataformas de música digital.

TEXTO: Divulgação

domingo, 1 de setembro de 2019

domingo, 4 de agosto de 2019

quinta-feira, 25 de julho de 2019

domingo, 7 de julho de 2019

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Júlio Lima - Idiocracia (EP - 2019)


Vindo de uma tradicional família de músicos, Júlio Lima teve em casa seus primeiros ensinamentos através do pai Carlos Alberto de Lima, o “Carlão”, membro fundador da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte. Desde então, o artista se graduou em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e passou por diversas bandas até iniciar a carreira solo em 2008.
Em junho de 2019, Júlio Lima lançou nos streams o primeiro dos três trabalhos que celebram os 10 anos de carreira solo. O EP Idiocracia tem cinco faixas que narram a realidade histórica e contemporânea do povo brasileiro.

Com letras de protesto que trazem reflexão sobre o pensamento massivo popular e fortes afirmações sobre o atual momento do cenário político, Idiocracia fala sobre o Brasil, mas também não esquece dos problemas do Rio Grande do Norte.
Capa de Idiocracia feita pelo artista Pedro Ivo
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Na faixa “Tá Emabassado”, o músico diz que não consegue andar nas ruas despreocupado, pois “Nosso elefante, terra tão querida, hoje se desfaz em sangue e choro pela vida”.
Explica:
“Esse EP fala do momento atual num contexto regional, nacional e global. Ele vai falar da idiotização das massas, que a cultura também é utilizada como um meio de emburrecimento das massas. Também fala da morte de crianças por balas. Ainda traz reflexões como pra onde vamos quando o planeta explodir”

O EP foi gravado entre dezembro de 2018 e abril de 2019 em Natal e é o segundo trabalho solo de Júlio Lima. Na obra, Júlio tem a participação dos músicos Riva Nepo, Betão Tavares, John Fidja Gomes, Marina Faya, Zé Marcos e Pretta. A capa foi autoria do artista Pedro Ivo.

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Ademilde Fonseca - À La Miranda (1958)

À La Miranda (1958 - Odeon) é o primeiro álbum gravado por Ademilde Fonseca no formato de 12 polegadas. A La Miranda é uma homenagem a Carmem Miranda com interpretações de Ademilde Fonseca para músicas populares interpretadas por Carmem Miranda, um set curto com um tempo de duração de 29 minutos, mas parece que temos muito mais, Ademilde Fonseca canta muito rápido, como nunca ouvi . Este será um verdadeiro deleite para os fãs do estilo Ademilde Fonseca e Chorinho.


 

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FAIXAS

01 – Camisa Listada (Assis Valente)

02 – O Tic-tac do Meu Coração (Alcir Romero / Walfrido Silva)

03 – Diz Que Tem (Haníbal Cruz / Vicente Paiva)

04 – Polichinelo (Almanir Grego / Osvaldo Chaves Ribeiro)

05 – Uva de Caminhão (Assis Valente)

06 – Disso É Que Eu Gosto (Vicente Paiva / Luis Peixoto)

07 – Recenseamento (Assis Valente)

08 – Coração (Sinval Silva)

09 – E o Mundo Não Se Acabou (Assis Valente)

10 – Me Dá Me Dá (Cícero Nunes / Portello Juno)

11 – Roseira Branca (Gadé / Walfrido Silva)

12 – Cachorro Vira-lata (Alberto Ribeiro)

13 – Adeus Batucada (Sinval Silva)

segunda-feira, 1 de julho de 2019

domingo, 30 de junho de 2019

Orquestra Greiosa - O Carnaval Nunca Acaba (2019)

Produzido, mixado e masterizado por Gabriel Souto

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1. Última Hora (A.Foca / Simona Talma / Gabriel Souto)
2. Curtida (Ângela Castro/ Erick Guerra / Priscilla Vilela)
3. Só Escutando (Paulo Souto)
4. HeyMãe (A.Foca / Teago Oliveira / Gabriel Souto / Chico Correa)
5. Bateu (A.Foca)
6. Reverenciar (Simona Talma)
7. Água Salgada (A.Foca / Teago Oliveira)
8. Antídoto (A.Foca)
9. O Carnaval Nunca Acaba (A. Foca / Teago Oliveira)


ORQUESTRA GREIOSA
Simona Talma - Voz
Anderson Foca - Voz e programações
Ângela Castro - Voz e guitarra
Gabriel Souto - Programações, Synth e cavaco
Paulo Souto - Voz e Baixo
Kleber Moreira - Percussão
Silvio Franco - Bateria

Gravado nos Estúdios Dosol, Ateliê Sonoro e Suami (Natal/RN) e Red Bull Station (São Paulo/SP) entre janeiro e dezembro de 2018.

sábado, 8 de junho de 2019

Todos Contra Um - Rebelde Tsunami Tropical (2012)


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Gravado em novembro de 2010 no Estúdio Voz (Natal - RN) por Henrique Rocha e Vinícius D'Luca
Mixado e Masterizado por Alex Souza (Aracaju - SE) de janeiro a julho de 2011
Participação de Mateus Gomes (voz) em "Occupation 101" e de Vinícius D'Luca (voz) em "Ondas Conservadoras"
Arte da Capa y Contra-capa por Julio Lapagesse
Encarte por Diogo Galvão

domingo, 26 de maio de 2019

LUIZ GADELHA E OS SUCULENTOS – SUFOCANTE (2016)

Luiz Gadelha é um dos maiores nomes da música potiguar e isso não é de hoje. A frente de vários álbuns gravados com o Talma&Gadelha e dezenas de músicas suas interpretadas por outros artistas da cidade, ele aparece mais uma vez dessa vez ao lado dos Suculentos no espetacular “Sufocante”.

O trabalho com nove músicas já sai com cara de que vai ser grande. São músicas maduras, embaladas em sonoridades pop com pingos de indie e eletrônica aqui e acolá, jogando a favor da narrativa sobre amor e comportamento muito bem construída na letras de Luiz Gadelha e seus parceiros.

É para cantar junto em todas as músicas, se jogar no beat do rock e ser feliz sem medida. A produção ficou a cargo de Anderson Foca e o disco é parte integrante da Incubadora Dosol 2016, projeto de desenvolvimento de carreiras artísticas capitaneado pelo selo. A capa é da ilustradora Luiza de Souza.

via DOSOL


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quinta-feira, 23 de maio de 2019

Mahmed – Sinto Muito (2018)

O esperado segundo disco do Mahmed chegou de surpresa numa manhã de sábado agitada para a juventude natalense. Com participações de Molly Hamilton (Widowspeka), Luisa Nascim (Luisa e os Alquimistas) e Santiago Mazzoli (Ombu, Raça), algumas músicas cantadas, e uma identidade mais garage, calcada na força dos riffs e na sedução das várias possibilidades dos arranjos, Sinto Muito é um mergulho mais profundo do que o oferecido pelo seu predecessor. Em músicas como Vazia, que parece ter saído de uma session de The OOz, de King Krule, Perdi, lenta e sutil com seu groove à la BadBadNotGood, a sutil Leli (com charmoso vocal de Molly Hamilton), a latina Lo Siento (com a luxuosa participação de Luisa Nascim), que é como se Homeshake estivesse perdido na praia de Ponta Negra, ou Cheio, face mais noventista do Mahmed, as várias influências e novas direções tomadas pelos membros da banda demonstram a evolução e a força da música instrumental do quarteto. Sinto Muito marca também o último disco do Mahmed com Dimetrius Ferreira ocupando uma das guitarras, posição que agora é preenchida por Rodolfo Almeida (Fukai, ex-Fewell).

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domingo, 19 de maio de 2019

Damned Blues - EP Na Contra Mão Da Lucidez (2010)

A Banda Damned Blues iniciou suas primeiras artes na estação de maio de 2009, com o intuito de invocar suas influências Musicais como the doors, creedence, john mayall & blues breakers, robert johnson,eric clapton,Raul Seixas,Ave sangria, Mutantes emfim do Blues raiz as Loucuras sensatas do Rock N Roll 60tista e 70tistas.A banda seguiu em studio,apesar de ter algumas canções Autorais(Instrumentais),a banda ainda precisaria de Um Vocalista,um ultimo drink para Invocar por completo a Dose,e eis que surge o Vocalista Lindemberg Mariano(Berg) Unindo O som da banda com suas artes Poéticas um tanto lascivas e embriagadas criando assim um Blues Rock “para lá de convencional”,assim como afirmou o Jornalista Tádzio França da Tribuna do Norte. Participando de festivais Importantes como o Rock Cordel de Fortaleza no inicio de 2010 e no lendário e Cultuado festival de Musica do Beco da lama, o V MPBECO, neste mesmo o Damned Blues, pela primeira vez participando do festival, conquistou com Sua canção “Caravana dos Loucos” o Premio de 2ºLugar e o premio de Melhor Interprete que proporcionou a banda a produzir seu Primeiro Ep Intitulado “Na contramão da lucidez”,ep este que a banda Inicia Hoje suas Ambulantes formas de divulgação..!
capa

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INTEGRANTES:
Berg Mariano:Vocal e Gaita
Tiago Prado: Teclado (boogie-woogie baby)
André Guedes: Guitarra
Josias: Baixo
Ivanilson:Bateria

quinta-feira, 16 de maio de 2019

MC Priguissa - Original RaggaMuffin de Natal Vol. I. (2011)

Eis o MC Priguissa, legítimo representante da cena RAGGA/DANCEHALL no Nordeste, iniciou sua jornada pelos caminhos independentes da música em 2003. Antes de se lançar como artista solo, o potiguar participou de vários grupos de Rap em Natal e ganhou destaque local aparecendo bem em alguns eventos como o MPBeco. Ta aqui o primeiro disco do MC Priguissa, que tem como atrativo a fusão do Ragga/Dancehall com diversos rítimos brasileiros, tais como; carimbó, embolada, funk carioca, entre outros.

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domingo, 12 de maio de 2019

Mahmed - Sobre A Vida Em Comunidade (2015)

Em tempos cada vez mais conturbados de economia e política, Sobre a Vida em Comunidade é um discurso pronto, de poucas palavras e com capacidade de abstração subjetiva. O título talvez diga mais sobre a obra do que ela poderia pensar, no entanto as nove faixas do álbum se interligam e grudam-se umas às outras com vontade de dizer através de seus instrumentos: “Calma. Pense e respire”. A comunidade obriga a vivência heterôgena e cooperativa, ensinamentos que muitas vezes nos esquecemos na hora de “tentar mudar o mundo”. Tal sensação é explicita na capa do disco, feita pelo incrível artista Flávio Grão e presente em uma de suas obras, A Mitologia do Descompasso, que nos mostra o abismo de nossas relações através de suas imagens.
Por Gabriel Rolim (Monkeybuzz)


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Gambas & Alta Diretoria (EP - 2012)

Com a intenção de gravar um album completo com dez faixas, a banda Gambas & Alta diretoria lançou este EP de  estreia, com três faixas, cada uma com uma cantora diferente (Badú Morais, Clara Pinheiro e Michelle Régis). A arte da capa do EP ficou por conta do talentoso artista Allan Talma.

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Velocicrew - Tríade do Caos (2018)

O Tríade Caos EP traz consigo o grito catártico de uma geração. Lapidado e revisto diversas vezes, o resultado não poderia ser menos do que os nossos sentimentos, suor e lágrimas transformados e música. A Velocicrew é uma banda de rap/hardcore com uma proposta experimental mesclando elementos das mais diversas influências de cada um dos 7 membros com uma essência nordestina underground 

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Duat - Nuvem de Água de Açude no Interior (2018)

Nuvem de água de açude no interior (SOPRO, 2018) é o EP de estreia da banda natalense Duat, gravado ao longo do segundo semestre do ano de 2017 pelo brother Vik Romero, da Talude.
Introspectivo ao longo de seus quase 14 minutos, o breve registro caminha pela ambivalência de influências e de atmosferas que conduzem o espectro criativo da banda para a entrega de sua mensagem.

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FICHA TÉCNICA

Baterias gravadas no Estúdio Black Hole em Natal (RN) por Flávio França e Patrick Schafstein.
Guitarras e baixos gravados na Sede Oficial do Bolero (Greg’s house) em Natal, RN, por Vik Romero.
Violão da faixa "Sílica" gravado na casa de Victor Sitonio.
Vocais gravados na Sede Oficial do Bolero, no Estúdio 840 e na casa de Victor Sitonio – todos em Natal, RN.

Vocais – Cyro
Backing vocals – Cyro e Garibaldi
Guitarras – Gregório e Mozart
Baixos e violão – Sitonio
Baterias – Garibaldi

Participação especial de Vik Romero em uma camada de guitarra em "Sílica".
~Gravado por Vik Romero.
~Mixagem e masterização por Augusto Moreira.

Arte da capa por Garibaldi Soares (uma releitura de uma arte feita por um paciente desconhecido internado no Hospital Colônia João Machado entre as décadas de 60 e 70)


Duat é Cyro Morais, Garibaldi Soares, Gregório Tinôco, Mozart Neto e Victor Sitonio

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Victor Cronos - Oz (2018)

Victor Cronos lançou no segundo semestre de 2018 o seu álbum de estreia, OZ. O disco é um projeto de indie pop com tons de R&B e sons alternativos para tratar de amores, obsessões, tristezas com muita sinceridade e com um olhar millennial. Os arranjos e a produção foram feitos em parceria com Hélio Castelhano. Coca-Cola” é um dos destaques do álbum.
A letra carrega uma manifestação do ego, que traz o sentimento de estar acima de todos, de ser especial, de que nada pode detê-lo. Aborda, de forma imperceptível, o relacionamento dos jovens com o Instagram, com o consumismo e com as drogas,
conta Cronos.
Nascido e criado em Natal, no Rio Grande do Norte, e radicado em São Paulo, Victor inclui em sua arte tudo de si, seja nas canções ou nos trabalhos visuais inspirados pela alta moda. A aposta nessa visão o fez sair de Natal e rumar para São Paulo e começar a criar, em forma de canções, um lugar mágico e de conforto que virou um álbum baseado em sinceridade.
Foram três anos de trabalho até chegar ao álbum OZ. As letras foram todas compostas pelo próprio Victor durante sua trajetória.
Essa canção fala sobre superação, sobre não abaixar a cabeça, sobre amor próprio. Com referências de blues, de country e de rock n’ roll, é a música mais dançante do álbum. Com toda essa bagagem, não me restavam dúvidas de que esse faixa merecia um clipe,
conclui ele.

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Impacto Cinco - Rio Potengi (1983)

O terceiro disco da Impacto Cinco, Rio Potengi (1983) tem uma sonoridade diversa dos dois primeiros. Mais regional, o disco tem roupagem mais regional e foi gravado na escola de música da UFRN para fazer parte da coletânea Memória Viva.

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01. Safra de Fole e Viola
02. Par Tristeza
03. No Cio do Rio
04. O Luar e a Canção
05. Mariola
06. Gente na Praça
07. Rio Potengi
08. Afeto Farto
09. Fruto Tropical
10. Longe Daqui, Aqui Mesmo

domingo, 20 de janeiro de 2019

Ar, Tu & O Vendaval (2012)

Psicodelia e viagens elocubrativas a serviço da música pop. É nessa pegada que Artur Porpino, baterista do “Camarones Orquestra Guitarrística”, estreia em carreira solo com o álbum fluído, com boas canções e tino para ir longe.



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domingo, 6 de janeiro de 2019

ESPECIAL | Araruna

(FOTO: Reprodução/FACEBOOK)
A Araruna nasceu a partir das tradicionais danças aristocráticas de salão, de origem européia, da valorização dos costumes da vida palaciana. Tudo ao estilo das danças aristocráticas brasileiras do século XIX. Mas, acabou misturando estilo de dança erudita como: a valsa, a polca, o xote, a mazurca (herança do colonizador português) e do estilo popular de caráter folclórico como: a dança do caranguejo, o bode, o besouro, a Araruna; tudo acompanhado de sanfona e vários outros instrumentos.
Os dançarinos não cantam. Os cavalheiros usam casaca e cartola. As damas, longos vestidos de saia rodada. O nome Araruna vem de um pássaro preto originário do Pará, que ao cantar pula de galho em galho executando uma espécie de bailado.
A dança Araruna, foi objeto de pesquisa do folclorista Deífilo Gurgel, que declarou ao Diário de Natal:
O universo coreográfico do Rio Grande do Norte e dos outros estados brasileiros se divide em dois tipos: as danças folclóricas puras (no caso da Araruna e as outras danças apresentadas pelo Grupo) e o universo dos autos populares, com partes mais dramáticas, como é o caso do Boi, da Chegança, os Congos e Fandangos. No caso do Araruna, as danças estão divididas em duas características distintas, têm as mais clássicas, como é o caso da valsa, da polca e do xote e tem aquelas com nomes de pessoas e bichos, como as danças do Caranguejo, Besouro, Camaleão e Maria Rita, que são tipicamente folclóricas”.
Sobre a indumentária, de casaca e cartola para os homens, e vestidos longos para as mulheres, Deífilo Gurgel acredita que foi o próprio Grupo quem decidiu por esse fardamento mais clássico.
Eu não cheguei a presenciar essa época, mas sei que como eles se apresentavam em festas de São João na Roça, provavelmente a indumentária era caipira. Mas, depois quando organizaram o Grupo Araruna, eles decidiram por uma vestimenta mais clássica, da nobreza do século XIX, que tinha aquelas casacas e cartolas”,
explicou o folclorista.
Na opinião do Deífilo, o Grupo Araruna é genuinamente potiguar.
Se existir algum outro Araruna no Brasil é imitação do nosso. Eu sei que existem danças de pares no Rio Grande do Sul. Agora, são pára-folclóricas já que são dançadas por universitários, estudantes. O nosso grupo é gente do povo, é cambista, marceneiro, pescador, profissões humildes. Alguns deles, inclusive, no começo até analfabetos eram, o que caracteriza um folclore autêntico”,
disse.
FONTE: Blog Grande Ponto

Saiba mais no Wikipédia


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terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Impacto Cinco - Lágrimas Azuis (1975)

Mesmo sem ter obtido sucesso na época, o segundo disco da trupe potiguar Impacto Cinco, o Lágrimas Azuis (1975) é hoje um disco muito cobiçado entre colecionadores, disputadíssimo em sites especializados e de leilões internacionais, chegando a custar mais de 100 euros em sites gringos. Das onze faixas que formam o disco, apenas cinco são composições do Impacto Cinco (FugaViver TristeLágrimas AzuisUm Bom Lugar e Muito Tempo de Som). Completam o trabalho mais três músicas de Leno em parceria com Raul Seixas (Tudo Vai Mudar (amanhã)Carmem, Carmem e Sentado no Arco-Íris); Um cover  de Sábado, de Frederyko, ex-guitarrista da banda Som Imaginário, que também apareceu no primeiro disco do Impacto Cinco; Lembranças, composta por Raulzinho e C.H. Gonçalves; E a excepcional Mãos de Seda, Coração de Ferro, que abre o disco, composta pelo piauiense Piska e que se insere rapidamente no sistema auditivo, onde cria vida e fica lá, tocando por muito tempo. Mesmo sendo composta por pessoas diferentes, as músicas do Lágrimas Azuis parecem ter vindo de uma mesma origem, tanto que não se percebe diferenças entre composições do Leno e Raul Seixas com uma do Impacto Cinco ou dos demais colaboradores. O nível é o mesmo no trabalho, isso até mostra a qualidade que o trabalho do Impacto Cinco possuía.

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01. Mãos de Seda, Coração de Ferro
02. Tudo Vai Mudar (Amanhã)
03. Fuga
04. Carmen, Carmen
05. Viver Triste
06. Lembranças
07. Lágrimas Azuis
08. Sábado
09. Um Bom Lugar
10. Sentado no Arco Íris
11. Muito Tempo de Som

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Sueldo Soares – EP: FAÇA VALER (2015)

A voz suave e a carreira contundente do potiguar Sueldo Soaress ganha um novo capítulo com o lançamento do EP Faça Valer. O EP com quatro faixas foi produzido por Anderson Foca, gravado no Estúdio Dosol e mixado no Megafone. Em busca de uma sonoridade diferente para os seus novos trabalho Sueldo procurou explorar ao máximo os grooves da cozinha poderosa formada por Darlan Marley, na bateria e Erick Firmíno no baixo, resultando num trabalho para frente, cheio de levadas interessantes, cercadas por guitarras pontuais e certeiras de Ricardo Baya, que completa o lineup da gravação álbum.
VIA | DoSol


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domingo, 2 de dezembro de 2018

Falso - EP (2018)


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Gravado no Cosmos Art Studio - Mossoró/RN
Mixagem e masterização por Adriano (Dr. Gore) Sabino - Natal/RN
Arte por Giotefeli Anti Arte.

ÓperaLóki - Infancya, sonhos e amores (2014)


Óperalóki é a banda que gravou "Infancya, sonhos & amores". durante as férias de Julho de 2014 entre idas à praia e festas de criança, depois de fins de tarde e noites de manhã, na Vila de Ponta Negra, em Natal. Quando se juntaram, Arthur Costa-Pedro, Cândido Cosmos, Walter Nazário e Daniel Moraes, além dos queridos amigos, desejavam sob a aura da liberdade criativa e o lo-fi das circunstâncias o que eis então. Nossa experiência apaixonante da vida... e vocês?
Gravado no Estúdio Cigarra, Vila de Ponta Negra, em Julho de 2014. 
Mixado por Walter Nazário e Pedras

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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Talude - Sorry The Trouble (2015)

Experimentalismo é a base da sonoridade da banda potiguar Talude. Formada em 2012 e composta por Jônatas Barbalho (bateria), Felipe Beniz (guitarra), João Victor Lima (baixo) e Victor Romero (guitarra e voz), se inspira em referências musicais antigas e modernas, como o shoegaze dos anos 90 e o post-rock moderno, o quarteto toca um rock atmosférico, combinando camadas de sons, efeitos de guitarra e voz a grooves e variações rítmicas.
O grupo lançou o single “Saturday Night//New Amsterdam” com duas músicas, um videoclipe para Saturday Night (produzido pelo Estúdio 840) e devem lançar seu primeiro álbum “Sorry the Trouble” em breve. O single pode ser ouvido no Bandcamp e no Soundcloud, além de estar disponível em diversas plataformas musicais como o Spotify, o Deezer e o iTunes.
O quarteto teve destaque na mídia alternativa, aparecendo em sites e blogs natalenses como O Inimigo, O Chaplin e o Tenho Mais Discos que Amigos. A banda tocou na edição 2014 do Festival Dosol em Natal, sendo a primeira banda do primeiro dia de shows desse festival e, em 2015, tocaram no Dromedário Fest ao lado de Mahmed, Fukai e Far From Alaska.
VIA| Novo JornaL



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