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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Khrystal - Coisa de Preto | (2007)

Coisa de preto dá coco, e se dá coco é potiguar.
(Foto: Reprodução/INTERNET)
Nascida no Rio Grande do Norte, é uma das boas surpresas da música nordestina. Tem um CD gravado, Coisa de Preto, e foi uma das atrações do especial em homenagem a Alceu Valença levando ao ar recentemente pela Rede Globo. Atualmente a cantora cumpre temporada de sucesso no Teatro Café Pequeno, no Leblon, Rio de Janeiro.
Desde que surgiu no cenário da música nordestina Khrystal vem recebendo elogios rasgados de quem entende do ofício. A voz poderosa, a performance no palco, a escolha do repertório e a maneira como se comunica com o público nos
remete a um passado não tão distante, quando a paraibana Elba Ramalho iniciou sua carreira de sucesso.
Sobre a cantora potiguar o crítico Tarik de Souza, um dos nomes mais respeitados do País, escreveu o seguinte na época do lançamento do CD Coisa de Preto:
“Quando Guinga recebeu uma demo daquela cantora de cabelo rastafari em Natal (RN), em 2006, imaginou que nada tinha a ver com ele. Mas foi só a potiguar Khrystal Saraiva Santos, de 26 anos, entoar uma de suas músicas para convocá-la a fazer números em seu show (que seria) instrumental. Não satisfeito, voltou a Natal e tocou violão em duas faixas (Baião de Lacan e Influência de Jackson, parcerias com Aldir Blanc) do CD de estréia de Khrystal, Coisa de preto, ode ao coco com tinturas da embolada ao funk. - Gosto do lado B das músicas, sou da MPB do rock - diz ela. O disco, uma esmerada produção independente (www.khrys.tal.zip.net) que custou R$ 65 mil, segundo o produtor José Dias, vendeu 1.200 cópias até agora.
Lançada no programa de Inezita Barroso, Viola, minha viola, da TV Cultura paulista, Khrystal prepara novo show para São Paulo no fim do mês e é focalizada no terceiro programa da série, Destino Brasil - Música, apresentado por Pedro Luis, no Canal Brasil. - Não acho que sou coquista, mas queria trabalhar com a atmosfera do coco. Adoro Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Elino Julião, tenho paixão por Cátia de França, a quem não se dá o devido valor. E acho incríveis as quebradas rítmicas do Jacinto Silva - diz.
(Foto: Reprodução/INTERNET)
O repertório escolhido a dedo, sem uma faixa desperdiçada, abarca estas preferências. Do discípulo de Gonzaga, Dominguinhos, no raro coco Sete meninas (com Toinho Alves, do Quinteto Violado) ao fornecedor de Jackson, Rosil Cavalcanti, em Coco do Norte, de 1955. Elino Julião comparece com Forró da Coréia (com Oliveira Batista), crivado de atabaques e guitarras.
Da paraibana Cátia de França, Khrystal singra Quem vai quem vem, coco embolado que vira funk, e Lá vem Batista, um rockoco nada rococó, de guitarras roncantes. E de Jacinto Silva são dois quebra-línguas castiços, de tirar o fôlego, Quadra e meia e Coco do M (com Zé do Brejo). O curto-circuito eletroacústico percorre o disco, a começar da faixa-título, da própria Khrystal com Tertuliano Aires ("Coisa de preto/ todo mundo tem/ esse molejo/ do seu jeito"), um rock de guitarras pesadas, que deságua em coco e samba, com uma citação rapeada de As cidades, de Chico Science.
O ancestral coquista potiguar Chico Antonio (1904-1993) comparece na releitura turbinada de Usina.”
Fonte: clique aqui
Destaco duas canções:
"Coisa de Preto" faixa 06

narcisorn


"Www.sem" faixa 04


Baixe o CD clicando na capa
Local: Natal, RN, Brasil Av. Olinto Meira, 390-576 - Alecrim, Natal - RN, 59030-180, Brasil

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