Breve biografia da Rainha do Choro: ADEMILDE FONSECA

Nasceu na localidade de Pirituba, no município de Macaíba, no estado do Rio Grande do Norte. Aos quatro anos de idade, foi viver com a família em Natal (RN) onde morou até o início da década de 1940. Desde criança gostava de cantar. Ainda na...

BLOG DO MAURO FERREIRA NO G1: "Far From Alaska se distancia do Brasil com 'Unlikely', álbum de rock pesado"

Com o lançamento do segundo álbum neste mês de agosto de 2017, a banda potiguar Far From Alaska fica ironicamente mais distante do Brasil do que...

O MADA (MÚSICA ALIMENTO DA ALMA) completa 20 anos em 2018

Quando se fala em festival de música no Rio Grande do Norte, o nome do MADA surge como um referencial, pois foi a base para muitos artistas e festivais que surgiram depois. Mais longevo festival do segmento no Rio Grande do...

O Circuito Cultural Ribeira está de volta

O Dosol e a Casa da Ribeira anunciam a volta do Circuito Cultural Ribeira, no dia 12 de agosto de 2018. Serão ao todo cinco etapas, até dezembro, sempre no segundo domingo do mês. SAIBA MAIS >>>.

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domingo, 15 de julho de 2018

De Sales - Cohabina (EP - 2017)


BAIXE EM: Bandcamp

FAIXAS
01 - Cohabina
02 - O Navegante
03 - Corpo Fechado
04 - Dona Menina
05 - Eu Não Me Importo Mais

De Sales: composição, instrumental, produção musical e executiva
Victor H Azevedo: Arte da Capa
Lenart Veríssimo: Fotografia

Negu Edmundo - Potiguar Xirê Sistema Sonoro - EP (2014)


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EP - Potiguar Xirê sistema sonoro
Artista: Negu Edmundo
Produzido por Buguinha Dub, Wagner Bagão e Jeff Boto

MÚSICAS:
Faixa: 01-02/Buguinha Dub
Faixa: 03-04/Wagner Bagão
Faixa: 05-06/Jeff Boto

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Rastafeeling - Tem Que Regulamentar (2016)

TEM QUE REGULAMENTAR é o quarto disco de estúdio da banda potiguar Rastafeeling. Lançado em abril de 2016, no registro a banda reuniu algumas músicas inéditas e outras já lançadas, porém, com uma nova roupagem musical.



BAIXE EM: Mega

domingo, 8 de julho de 2018

Alfândega (1988_2004)


Alfândega é a banda cuja sonoridade vai do soft ao hard, confeccionada com vigor poético e formação clássica de rock’nroll: guitarra, baixo e bateria. As letras de suas músicas expressam esse fazer poético, e falam das diversas matizes do sentimento que existe no dia-a-dia de seus componentes: amor, esperança, indignação, etc. Daí o nome da banda, Alfândega , o lugar por onde passam os fatos cotidianos e os sentimentos por eles gerados que são percebidos e transformados em produtos musicais .
A história da Alfândega tem início no final de 1988, quando Carlos Henrique, estudante de arquitetura e Rômulo Tavares, estudante de educação artística conheceram-se na Escola de Música da UFRN. Além de arquitetura, Carlos também estudava violino e Rômulo violão. Como tinham objetivos musicais em comum resolveram formar a banda. Para a bateria foi convidado Pedro Queiroga, também estudante de Educação Artística. Em seguida, foram convidados Arthur Winston, estudante do curso de Física para a guitarra-solo e Gileno José de Engenharia Elétrica para o baixo. Gileno que hoje ensina no CEFET de Mossoró não permaneceu na banda, mas participou de uma fase marcante dela.
A influência do rock nacional e internacional dos anos 80 foi muito forte no primeiro momento da banda. Grupos que cantavam utopias sociais e rock de protesto como U2, THE POLICE, MIDNIGHT OIL, BAUHAUS, BEATLES, PARALAMAS DO SUCESSO e artistas como Caetano Veloso entre outros eram interpretados dentro da ótica Alfandegária.
Mas foi a vocação para a música autoral o que pautou os primeiros ensaios e os caminhos a serem percorridos pela banda. No princípio, as parcerias se davam basicamente entre Carlos e Rômulo, além deles comporem isoladamente também.
Ainda na primeira fase que vai até 94, a banda tocou com Chico Science e Mundo Livre num show em Recife, abriu shows para o Biquine Cavadão e Engenheiros do Hawai; fez shows autorais no Palácio dos Esportes e no Teatro Alberto Maranhão, em Caicó e em Campina Grande.
De 95 ao ano 2000 a Alfândega esteve parado. Em 2001 Carlos Henrique reuniu alguns amigos músicos e fez uma apresentação no festival MADA, anunciando o retorno da banda que se daria em breve. No mesmo ano a formação original retomou os ensaios e selecionou 14 músicas para serem gravadas.

Foi com o apoio da Lei Municipal de incentivo à cultura que o CD foi gravado, tendo a participação do Coral Madrigal da UFRN, da cantora portuguesa Ana Barbara Baptista, da cantora israelense Meira Asher e dos músicos Eri Araújo (trompete),Franklin Nogvaes (teclados),Marco França (piano e teclados) e Jorge Lima (direção, percussão e efeitos) . Este CD inclusive foi indicado ao prêmio HANGAR nas categorias melhor CD e melhor letrista.

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Alexandra Atmarama - Imalt (2008)

O CD Alexandre Atmarama “IMALT”, com repertório autoral e interpretado em formato de violão solo, é fruto do projeto “Difusão – Violão Nordestino Contemporâneo”, aprovado e patrocinado pelo Programa BNB de Cultura, e realizado numa parceria de Atmarama com a ação cultural Mudernage.
Doze composições integram o álbum. A quase totalidade das faixas  tem suas partituras publicadas no livro “Doze Composições para Violão”.

IMALT
O IMALT Trata-se de uma técnica para pulsar cordas consecutivamente, alternando a direção do ataque com os dedos da mão direita, especialmente com o indicador, médio e anular. Dessa forma surgiu o nome ‘imalt’, ou seja: i, m, a + alt , de alternar. É algo semelhante a palhetas agindo conjuntamente.
Tendo criado algumas composições utilizando IMALT, Atmarama percebe ainda que, a mesma também se mostra um ótimo recurso para resolver de forma diferenciada a execução de trechos de composições do repertório violonístico, dentre elas o Estudo 11 de Villa Lobos; Elogio de La Danza (Obstinato) de Leo Brouwer; Thème varié et Finale de Manuel M. Ponce.

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